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Presidente do Banco Finaxis ganha perfil na revista Fomento Comercial

Nossa presidente, Cláudia Beldi, está na revista Fomento Comercial, na edição do 1° trimestre de 2018. Ela fala sobre os desafios que enfrentou para alcançar o sucesso que tem hoje.

Leia abaixo a matéria na íntegra.

 

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Caderno PERFIL – Cláudia Beldi

 

Uma vida marcada por grandes desafios. Este é o resumo da trajetória vitoriosa da empresária Cláudia Beldi, presidente do Banco Finaxis. Uma das poucas mulheres da turma do 1º ano da faculdade de engenharia elétrica da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), nunca se intimidou com os desafios com que se deparava, tanto na faculdade como em família.

Seu desejo de independência e de realização pessoal sempre falou mais alto do que a possibilidade de acomodação para evitar conflitos – se essa fosse a condição para seguir em frente com seus projetos. “Cavar espaço como caçula e mulher dentro de uma família tradicional de origem italiana não foi nada fácil, mas todas essas vivências foram importantes para que eu pudesse me posicionar dentro do mercado de trabalho”, afirma.

Cláudia é a oitava filha do empresário Alexandre (e Heloísa) Beldi. A partir de Sorocaba, no interior de São Paulo, o patriarca construiu um império, conhecido pela fundação, em 1971, do Grupo Splice, que se tornaria um importante player da área de telecomunicações do Brasil, depois da privatização do setor, na década de 1990. Cláudia herdou do pai – cuja morte, em 2010, aos 89 anos, abriu uma disputa envolvendo os irmãos pela fortuna da família – fatores fundamentais para o sucesso no empreendedorismo: expertise e paixão pelos negócios. A experiência adquirida ao longo dos anos nas empresas da família foi fundamental para Cláudia se tornar uma das mulheres mais importantes do mercado financeiro no Brasil.

Em 2004, abriu uma consultoria e um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), juntamente com o pai, mas já sem nenhuma ligação com os negócios da família. “Comecei a perceber alguns conflitos familiares e decidi que era a hora de escrever a minha própria história”, recorda. Assim, trabalhou na criação do Banco Petra – atual Finaxis, especializado em serviços para Fundos Estruturados e FIDCs. “Como cliente, percebi uma oportunidade na prestação de serviços fiduciários para FIDCs, pois nos grandes bancos aquele serviço não era prioridade. Isso me motivou a empreender em um novo modelo de banco”, explica. A alegria de iniciar a nova trajetória só não foi maior por conta da perda do pai. “Recebi a aprovação do Banco Central em janeiro de 2010 e ele veio a falecer em março daquele ano. Pude dar essa alegria a ele, pelo menos. O papel de meu pai foi muito bem cumprido”, diz Cláudia.

Desde então, o banco optou por refazer a rota e tornou-se uma das principais instituições especializadas em administração, custódia, distribuição, estruturação e serviços para fundos de investimentos estruturados no País. A mudança de nome para Finaxis, em 2016, finalizou o processo.

A alteração no nome contemplou ainda uma profunda revisão na carteira do banco. “Preferimos optar pela qualidade em detrimento da quantidade”, diz. A mudança refletiu nos números da empresa. O banco possui, hoje, R$ 12,2 bilhões em gestão de ativos, ante R$ 10,4 bilhões em 2015 e R$ 2,2 bilhões em 2012. Os números mostram que a instituição não foi afetada pela crise econômica e que o tino de Cláudia para os negócios segue afiado. “Desde 2013, só não registramos crescimento em 2016, algo que já estava planejado. A crise, de certa forma, nos trouxe vantagens, pois a preocupação com transparência, compliance e boa governança aumentou muito no Brasil, e essas práticas sempre foram pontos fortes de nosso posicionamento no mercado”, explica.

O foco em fundos de investimento mostrou-se extremamente vantajoso para o Finaxis, pois permite que seus clientes gerenciem o risco operacional e aperfeiçoem suas estruturas de custos, resultando num maior valor agregado de seus serviços e oportunidades de crescimento para seus negócios. “Diferentemente de outros bancos, nosso investimento e foco estão totalmente voltados para os serviços fiduciários em Fundos Estruturados. Conseguimos garantir o melhor serviço para nossos clientes”, afirma.

TECNOLOGIA DE PONTA
De olho nas mudanças que a tecnologia tem provocado no mercado financeiro, o Banco Finaxis investe continuamente na área. Recentemente, com um aporte de cerca de R$ 2,3 milhões, foram atualizados todos equipamentos de infraestrutura tecnológica, inclusive com a aquisição de servidores da linha Power System 9 da IBM. A instituição é a primeira empresa do Brasil a receber esta linha de equipamentos, lançada em fevereiro de 2018. Essa visão permitiu ao Finaxis desenvolver a tecnologia para prestação de serviços adequada para que a Fintech Adianta oferecesse o primeiro FIDC 100% digital do mercado. Além de uma operação totalmente online, mais rápida e menos burocrática, o produto também atende ao público PME, setor que normalmente tem dificuldade de acesso a crédito nas instituições tradicionais.

O FIDC Adianta passou a reunir em apenas uma plataforma as atividades que tradicionalmente são divididas entre diversas empresas que prestam serviço para gestores de fundos, como nas áreas de originação, análise cadastral e de crédito e cobrança. A integração via API (Application Programming Interface) com seus principais parceiros deu agilidade e segurança aos processos da operação. “Nos modelos tradicionais o processo é engessado. A burocracia e a dificuldade das PMEs acessarem esses recursos eram uma das maiores dores de cabeça do mercado. Com a digitalização, conseguimos mapear cada etapa da transação e proporcionar uma experiência muito melhor, mais rápida e mais segura, trazendo inovação e mudando o cenário”, explica Marco Camhaji, CEO da Adianta.

“O Finaxis tem destacado cada vez mais em suas comunicações a preocupação com agilidade, segurança, transparência e compliance nos processos. Oferecer este serviço comprova que o nosso compromisso não fica apenas no discurso. E mostra ao mercado, mais uma vez, o pioneirismo do banco”, exalta Cláudia.

 

Fonte: Anfac – http://www.anfac.com.br/v3/informativos-revista-edicao.jsp?n=107

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